A carga nacional de energia – soma do consumo e das perdas elétricas – deve atingir 83.286 MWmed (megawatts-médios) em fevereiro, o que se confirmada representará um crescimento de 6,4% na comparação com o mesmo período do ano passado.
As altas mais expressivas são esperadas nos submercados Norte (13,2% – 7.543 MWmed) e Sul (11,6% – 15.879 MWmed). As projeções para as demais regiões ficaram assim: Nordeste, 7,9% (13.556 MWmed) e Sudeste/Centro-Oeste, com 3,3% (46.308 MWmed).
Os dados divulgados na última sexta-feira (9) vêm dois dias depois do recorde de demanda de carga no SIN (Sistema Interligado Nacional). Às 14h15 do dia 7 de fevereiro, a demanda instantânea atingiu o patamar de 101.860 MW.
Segundo o ONS, o comportamento da carga foi influenciado pelas elevadas temperaturas e o retorno às aulas. “A marca anterior era de 101.475 MW, confirmada em 14 de novembro de 2023.”
No final de janeiro, o ONS estimou o crescimento da carga nacional em 5,5% (82.607 MWmed) em fevereiro. Naquela ocasião o órgão já tinha sinalizado para a necessidade de geração termelétrica para o atendimento aos horários de ponta de carga.
Entretanto, na semana do dia 3 a 9 de fevereiro a entidade reduziu o crescimento da carga do SIN para 4,5% e agora no último boletim elevou para 6,4%.
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