O Senado Federal estuda criar uma frente parlamentar que tem como objetivo defender o tema da eletromobilidade no Brasil.
O colegiado, com isso, visa debater o desenvolvimento sustentável da tecnologia como forma de favorecer o surgimento de cidades inteligentes com o uso das energias renováveis.
O Projeto de Resolução 64/2021, de autoria do senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), aponta a importância de debater o avanço da eletricidade na mobilidade urbana, citando, por exemplo, o uso e avanço de veículos elétricos ultracompactos.
No documento, o parlamentar destaca, ainda, os dez anos de vigência da Lei 12.587, de 2012, completados em 3 de janeiro, que instituiu as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, com o objetivo de integrar os diferentes modos de transporte e a melhoria da acessibilidade e mobilidade das pessoas e cargas no território nacional.
Dados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico) mostram que o mercado de veículos eletrificados no Brasil começou o ano de 2022 a todo vapor, com 2.558 emplacamentos nos primeiros 30 dias do ano.
Trata-se do melhor mês de janeiro de toda a série histórica da entidade, representando um crescimento de 93% sobre 1.321 emplacamentos registrados no mesmo período do ano passado e de 63% sobre janeiro de 2020 (1.568).
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Desde 2012, a frota de automóveis e comerciais leves eletrificados em circulação no país já é de 79.817 unidades, devendo passar de 100 mil no início do segundo semestre, segundo projeções da ABVE.
“O crescimento dos eletrificados no Brasil é muito positivo, pois começa a colocar o país no mapa global das novas tecnologias. Precisamos ampliar a descarbonização da mobilidade com a ampliação do etanol, dos híbridos flex e também dos elétricos a bateria, que são hoje a maior tendência mundial”, destaca o presidente da ABVE, Adalberto Maluf.
Uma resposta
São Incríveis as possibilidades do mercado de energia pelos anos vindouros. Estou com um ano como prossumidor e desde então lendo muito sobre esse mundo. Torço para que nosso país estabeleça políticas que continuem a favorecer os investimentos das Pessoas Físicas e Jurídicas no avanço energético e sustentabilidade.